tirado de um blog das gafes
As gafanhas são um concorrente directo à nossa bela região de frosssos, quer pelas paisagens deslumbrantes quer pelo abrigo que ambas as terras dão aos ciganitos, entre outras coisas.. Mas há um aspecto que aproxima mais ainda a realidade das 2 terras,- o Habitante da Gafanha "o Gafanhão" (ou gafanhista como eles propões que lhes chamem), que é à quaise um clone do Frosseiro. É uma especie em expansão que ameaça os campos de cevada e as culturas de zita em particular. Aqui vai um texto retirado dum blog da gaf, em que o autor tenta definir o GAFANHÃO, ou Gafanherdas ó camandro ou isso...
""e onde fica o gafanhão no meio disto?!
depois de ontem ter ido ver as marchas inter-freguesias aqui da terrinha, e de me ter cruzado -inevitalvelmente- com vários exemplares desta espécime, lembrei-me de uma conversa que tem uma semana, e de um special request para que eu situasse o gafanhão no meio das tribos urbanas.
o gafanhão, uma tribo urbana??
eu estava a gozar, mas depende do ponto de vista.
como eu costumo dizer, ser gafanhão não é uma questão de cartão de eleitor (senão, também eu o seria), é uma questão de estado de espírito.
o gafanhão sabe que é gafanhão e gosta (bem, deve gostar, certo?) de ser gafanhão.
o gafanhão acha que tem estilo ser-se gafanhão.
até parece que há miúdas (gafanhoas) que gostam dos gafanhões, por isso não deve ser mau de todo!
situando todas as pessoas que distem mais de 25 km de aveiro, um gafanhão é... um gafanhão.
é só olhar para um, sabe-se logo qualificá-lo!
o gafanhão não é um guna. e também não é um azeiteiro. se bem que, em termos fisicos, ou seja, de aparência, os gafanhões se aproximem mais dos gunas.
eu costumo dizer que um gafanhão é um guna que não rouba! e não mete medo! mete pena, às vezes, mete raiva, outras, mete desprezo, muitas, mete sarcasmo, quase sempre.
o gafanhão tem a sua própria moda, copiada da moda normal, mas levada aos extremos... e tem as suas regras de vida, imperceptiveis para mim e para muitos, mas que para eles fazem sentido (como diria eduardo correia - foi ele, n foi? - acerca dos inimputáveis, "podemos explicar, mas não podemos compreender"...)
há uma semana atrás, depois de muito pensarmos, chegámos à conclusão q existe uma escala. e o gafanhão acaba por estar no patamar mais alto. n é -definitivamente- tão mau como ser-se guna; também não é tão mau como ser-se azeiteiro (isto porque ainda há quem goste dos gafanhões, eles acabam por ter mercado - ih, que comentário machista, n? - mesmo que não seja o mercado q desejariam).
posto isto, alguém ficou a perceber o que é um gafanhão? não, pois não? calculei, é realmente dificil explicar, mas quando virem um exemplar, não é preciso nem dizer: eles têm escrito na testa!!""

